{"id":3458,"date":"2013-07-02T10:14:33","date_gmt":"2013-07-02T10:14:33","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mst\/2013\/07\/02\/para-stedile-do-mst-protestos-no-pas-podem-voltar-mais-radicais\/"},"modified":"2017-10-02T21:44:52","modified_gmt":"2017-10-02T21:44:52","slug":"para-stedile-do-mst-protestos-no-pas-podem-voltar-mais-radicais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/2013\/07\/02\/para-stedile-do-mst-protestos-no-pas-podem-voltar-mais-radicais\/","title":{"rendered":"Para Stedile, do MST, protestos no pa\u00eds podem voltar \u00abmais radicais\u00bb"},"content":{"rendered":"<p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w_WordDocument>   <w_View>Normal<\/w_View>   <w_Zoom>0<\/w_Zoom>   <w_HyphenationZone>21<\/w_HyphenationZone>   <w_PunctuationKerning\/>   <w_ValidateAgainstSchemas\/>   <w_SaveIfXMLInvalid>false<\/w_SaveIfXMLInvalid>   <w_IgnoreMixedContent>false<\/w_IgnoreMixedContent>   <w_AlwaysShowPlaceholderText>false<\/w_AlwaysShowPlaceholderText>   <w_Compatibility>    <w_BreakWrappedTables\/>    <w_SnapToGridInCell\/>    <w_WrapTextWithPunct\/>    <w_UseAsianBreakRules\/>    <w_DontGrowAutofit\/>   <\/w_Compatibility>   <w_BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w_BrowserLevel>  <\/w_WordDocument> <\/xml><![endif]-->  <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">01\/07\/2013 &#8211; 13h19 <\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">O economista Jo&atilde;o Pedro Stedile, 59, l&iacute;der do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), afirma que &eacute; preciso aproveitar a onda de protestos para criar novos mecanismos de participa&ccedil;&atilde;o popular nos destinos do pa&iacute;s. Caso contr&aacute;rio, diz, &quot;as mobiliza&ccedil;&otilde;es voltar&atilde;o com mais for&ccedil;a e mais radicais&quot;. Segundo ele, a rejei&ccedil;&atilde;o dos jovens manifestantes aos partidos &eacute; normal. &quot;Qualquer pessoa que assiste todos os dias a forma como agem os partidos fica indignada.&quot; A seguir, trechos da entrevista, feita por e-mail, a pedido do l&iacute;der dos sem-terra. <\/span><\/p>\n<p>  <!--[if gte mso 9]><xml>  <w_LatentStyles DefLockedState=\"false\" LatentStyleCount=\"156\">  <\/w_LatentStyles> <\/xml><![endif]--><!--[if gte mso 10]> \n\n<style>  \/* Style Definitions *\/  table.MsoNormalTable \t{mso-style-name:\"Tabla normal\"; \tmso-tstyle-rowband-size:0; \tmso-tstyle-colband-size:0; \tmso-style-noshow:yes; \tmso-style-parent:\"\"; \tmso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; \tmso-para-margin:0cm; \tmso-para-margin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:\"Times New Roman\"; \tmso-ansi-language:#0400; \tmso-fareast-language:#0400; \tmso-bidi-language:#0400;} <\/style>\n\n <![endif]--><br \/><!--[if gte mso 9]><xml>  <w_WordDocument>   <w_View>Normal<\/w_View>   <w_Zoom>0<\/w_Zoom>   <w_HyphenationZone>21<\/w_HyphenationZone>   <w_PunctuationKerning\/>   <w_ValidateAgainstSchemas\/>   <w_SaveIfXMLInvalid>false<\/w_SaveIfXMLInvalid>   <w_IgnoreMixedContent>false<\/w_IgnoreMixedContent>   <w_AlwaysShowPlaceholderText>false<\/w_AlwaysShowPlaceholderText>   <w_Compatibility>    <w_BreakWrappedTables\/>    <w_SnapToGridInCell\/>    <w_WrapTextWithPunct\/>    <w_UseAsianBreakRules\/>    <w_DontGrowAutofit\/>   <\/w_Compatibility>   <w_BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w_BrowserLevel>  <\/w_WordDocument> <\/xml><![endif]-->  <\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Folha &#8211; Que balan&ccedil;o o sr. faz das manifesta&ccedil;&otilde;es?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> <strong>Jo&atilde;o Pedro Stedile &#8211;<\/strong> Foram muito positivas, porque trouxeram a juventude de volta &agrave;s ruas. Est&atilde;o oxigenando a pol&iacute;tica, inclusive, nos sal&otilde;es palacianos e no Congresso. No in&iacute;cio, foram motivadas pela indigna&ccedil;&atilde;o de uma parcela da juventude e pela esperteza do Movimento Passe Livre, que se aproveitou desse sentimento para mobilizar. Teve a contribui&ccedil;&atilde;o da vis&atilde;o med&iacute;ocre do governo Alckmin, que, acostumado a baixar o pau na popula&ccedil;&atilde;o, como fez em outros despejos, conseguiu jogar gasolina nos protestos. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Elas s&atilde;o um divisor de &aacute;guas? O que muda a partir de agora?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> Desde as &quot;Diretas-J&aacute;&quot;, n&atilde;o t&iacute;nhamos mobiliza&ccedil;&otilde;es t&atilde;o expressivas e em todo pa&iacute;s. Por isso, elas s&atilde;o de fato uma retomada das ruas como espa&ccedil;o de fazer pol&iacute;tica. No entanto, o que vai acontecer daqui para diante ainda est&aacute; em disputa. A direita quer apenas pautar temas atrasados ou de pouca relev&acirc;ncia, para que n&atilde;o tenha mudan&ccedil;a nenhuma e para apenas desgastar o governo Dilma e colher os frutos na elei&ccedil;&atilde;o de 2014. De parte da classe trabalhadora, h&aacute; necessidade dela tamb&eacute;m vir para a rua e colocar em pauta as reformas econ&ocirc;micas e pol&iacute;ticas, que os governos Lula e Dilma n&atilde;o tiveram capacidade de fazer pelas alian&ccedil;as partid&aacute;rias esdr&uacute;xulas dentro de um sistema pol&iacute;tico que precisa de uma profunda reforma. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Quais atores ganham e quais perdem com esses protestos?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> Quem perdeu foram aqueles que fazem pol&iacute;tica tradicional, conservadora, reacion&aacute;ria, de tudo ser no toma l&aacute;, d&aacute; c&aacute;. A Rede Globo, que se achava toda poderosa, perdeu, porque a &uacute;nica palavra de ordem que unificou a juventude em todo pa&iacute;s foi &quot;fora, Rede Globo&quot;, uma vez que a juventude tem se informado pela internet e pelas redes sociais, n&atilde;o dando bola para televis&atilde;o. Quem ganhou foi a juventude e o povo brasileiro. Tomara que o governo Dilma acorde e se sintonize cada vez mais com os interesses da popula&ccedil;&atilde;o. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Como interpreta os protestos que terminaram em viol&ecirc;ncia?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> Ningu&eacute;m de s&atilde; consci&ecirc;ncia vai para uma passeata para ter viol&ecirc;ncia. Esses epis&oacute;dios sempre ocorrem com a conjuga&ccedil;&atilde;o de v&aacute;rios fatores. Primeiro, o despreparo da Pol&iacute;cia Militar, que sempre trata o povo como inimigo, apesar de cada um dos soldados ser gente do povo. Onde houve di&aacute;logo da PM com os manifestantes n&atilde;o houve viol&ecirc;ncia. Segundo, houve grupos fascistas, em especial em S&atilde;o Paulo e no Rio, que planejaram e foram para as passeatas para gerar caos e p&acirc;nico. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">O sr. acredita que, em meio ao quebra-quebra, exista o ingrediente da revolta da popula&ccedil;&atilde;o mais exclu&iacute;da, e n&atilde;o a&ccedil;&otilde;es de v&acirc;ndalos simplesmente?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> N&atilde;o acredito que a popula&ccedil;&atilde;o indignada use a viol&ecirc;ncia. O pov&atilde;o gosta de xingar, dizer nome feio, mas &eacute; contra o uso de viol&ecirc;ncia, de quebra-quebra e saques. Nessas situa&ccedil;&otilde;es, o povo respeita o patrim&ocirc;nio p&uacute;blico. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Como o sr. avalia essa rejei&ccedil;&atilde;o aos partidos em meio aos protestos? &Eacute; uma rejei&ccedil;&atilde;o &quot;a&quot; partidos ou especificamente a &quot;esses&quot; atuais partidos?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> Essa juventude nasceu durante a implementa&ccedil;&atilde;o do neoliberalismo, na d&eacute;cada de 90, e rejeita a forma de fazer pol&iacute;tica a partir desse per&iacute;odo. Ela n&atilde;o &eacute; apol&iacute;tica nem contra a organiza&ccedil;&atilde;o partid&aacute;ria. Mas qualquer pessoa que assiste todos os dias a forma como agem os partidos fica indignada com a submiss&atilde;o &agrave;s grandes empresas, as trocas de votos por emendas, as disputas por cargos, as disputas internas nos partidos. Precisamos urgentemente mudar a forma de fazer pol&iacute;tica no Brasil e enterrar essas pr&aacute;ticas. Por isso, a reforma pol&iacute;tica &eacute; fundamental. &Eacute; fundamental, em meio a essas mobiliza&ccedil;&otilde;es, criar novos mecanismos de participa&ccedil;&atilde;o popular nos destinos do pa&iacute;s. Se n&atilde;o houver mudan&ccedil;as nesse sentido, tenho certeza que as mobiliza&ccedil;&otilde;es voltar&atilde;o com mais for&ccedil;a e mais radicais. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Movimentos sociais, ind&iacute;genas e sindicatos t&ecirc;m reclamado da falta de di&aacute;logo com o governo Dilma. O governo tem falhado? Por qu&ecirc;?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> O governo Dilma &eacute; um governo de composi&ccedil;&atilde;o de classes. Infelizmente, no &uacute;ltimo per&iacute;odo, o governo tem priorizado apenas os interesses da burguesia e relativizado os interesses da classe trabalhadora. Basta ver a pauta que o governo prioriza. De um lado, prop&otilde;e leil&otilde;es de petr&oacute;leo, libera&ccedil;&atilde;o de outorgas de minera&ccedil;&atilde;o para o grande capital, terceiriza&ccedil;&atilde;o dos direitos trabalhistas, dinheiro do BNDES para grandes empresas. Para a classe trabalhadora: p&atilde;o e &aacute;gua. A reforma agr&aacute;ria est&aacute; paralisada, a legaliza&ccedil;&atilde;o das &aacute;reas ind&iacute;genas e quilombolas est&aacute; paralisada e, em alguns casos, essas disputas s&atilde;o tratadas com repress&atilde;o, como a Policia Federal fez em Mato Grosso do Sul. &Eacute; claro que, uma hora dessas, essa contradi&ccedil;&atilde;o de classes estoura no governo ou nas ruas. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Esse di&aacute;logo piorou em rela&ccedil;&atilde;o ao governo Lula?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> N&atilde;o &eacute; uma quest&atilde;o de di&aacute;logo. Di&aacute;logo voc&ecirc; pode ter o tempo inteiro. O problema &eacute; a disputa de interesses de classe e for&ccedil;a de cada classe para pressionar o governo. At&eacute; agora, os empres&aacute;rios tinham mais for&ccedil;a no governo. Agora, espero que a voz das ruas represente uma for&ccedil;a popular que fa&ccedil;a o governo implementar pol&iacute;ticas a favor da classe trabalhadora. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">O MST defende o &quot;volta Lula&quot;?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> O governos s&atilde;o apenas espelho da correla&ccedil;&atilde;o de for&ccedil;as na sociedade. N&oacute;s defendemos um projeto popular para o pa&iacute;s. O que o Brasil precisa &eacute; debater na sociedade um projeto que represente a soberania nacional e popular para resolver os problemas do povo. N&atilde;o podemos mais aceitar um pa&iacute;s rico, que &eacute; a s&eacute;tima economia do mundo, com tanta desigualdade social. Com sal&aacute;rios t&atilde;o baixos, sem democratizar a terra e os meios de comunica&ccedil;&atilde;o. O povo vive em moradias com condi&ccedil;&otilde;es ruins, gasta 40% da renda com aluguel, n&atilde;o t&ecirc;m transporte p&uacute;blico de qualidade, n&atilde;o tem atendimento de sa&uacute;de, padece nas filas do SUS e os filhos n&atilde;o aprendem nas escolas p&uacute;blicas. Enquanto isso, o capital estrangeiro vem aqui explorar o nosso petr&oacute;leo, nossos min&eacute;rios, nosso etanol e nossa agricultura, aliados com uma burguesia brasileira submissa, que nunca pensou o Brasil como na&ccedil;&atilde;o. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">As cidades est&atilde;o fervendo e o campo parece adormecido, com exce&ccedil;&atilde;o dos ind&iacute;genas. Quais as raz&otilde;es para isso?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> Nas grandes cidades, h&aacute; uma crise urbana instalada pela especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria que elevou em 150% os pre&ccedil;os dos im&oacute;veis e terrenos nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. N&atilde;o h&aacute; transporte p&uacute;blico de qualidade e falta atendimento de sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o. H&aacute; uma grande aglomera&ccedil;&atilde;o de pessoas nesse inferno do cotidiano, ent&atilde;o a juventude resolveu enfrentar e dar um tapa no diabo. Mas a classe trabalhadora ainda n&atilde;o se mexeu. J&aacute; no campo, estamos ainda sofrendo o refluxo do movimento de massas, que vem desde 2005, pela hegemonia do capital, que tomou conta da agricultura e imp&ocirc;s o modelo do agroneg&oacute;cio. Mas suas contradi&ccedil;&otilde;es e consequ&ecirc;ncias come&ccedil;am a aparecer. Ou seja, a concentra&ccedil;&atilde;o da propriedade da terra, das usinas, da produ&ccedil;&atilde;o em apenas tr&ecirc;s produtos (soja, cana e gado) come&ccedil;a a aparecer. Logo outros setores da popula&ccedil;&atilde;o do campo come&ccedil;ar&atilde;o a se mexer. <\/span><\/p>\n<p><strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\">Como economista, como v&ecirc; as recentes a&ccedil;&otilde;es do governo diante de infla&ccedil;&atilde;o pressionada e PIB estagnado?<\/span><\/strong><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"><br \/> O que est&aacute; acontecendo &eacute; resultado de uma economia cada vez mais dependente do capital internacional. O Brasil est&aacute; cada vez mais ref&eacute;m das politicas dos governos centrais e da a&ccedil;&atilde;o do capital internacional sobre a economia. Por outro lado, o governo federal com sua composi&ccedil;&atilde;o de classes n&atilde;o tem for&ccedil;as e unidade suficiente para implementar pol&iacute;ticas econ&ocirc;micas nacionalistas, que protejam nosso trabalho e nossa riqueza, porque tamb&eacute;m n&atilde;o tem um projeto claro de pa&iacute;s. <\/span><\/p>\n<p>  <!--[if gte mso 9]><xml>  <w_LatentStyles DefLockedState=\"false\" LatentStyleCount=\"156\">  <\/w_LatentStyles> <\/xml><![endif]--><!--[if !mso]><object  classid=\"clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D\" id=ieooui><\/object> \n\n<style> st1:*{behavior:url(#ieooui) } <\/style>\n\n <![endif]--><!--[if gte mso 10]> \n\n<style>  \/* Style Definitions *\/  table.MsoNormalTable \t{mso-style-name:\"Tabla normal\"; \tmso-tstyle-rowband-size:0; \tmso-tstyle-colband-size:0; \tmso-style-noshow:yes; \tmso-style-parent:\"\"; \tmso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; \tmso-para-margin:0cm; \tmso-para-margin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:\"Times New Roman\"; \tmso-ansi-language:#0400; \tmso-fareast-language:#0400; \tmso-bidi-language:#0400;} <\/style>\n\n <![endif]--><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>01\/07\/2013 &#8211; 13h19 O economista Jo&atilde;o Pedro Stedile, 59, l&iacute;der do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra), afirma que &eacute; preciso aproveitar a onda de protestos para criar novos mecanismos de participa&ccedil;&atilde;o popular nos destinos do pa&iacute;s. 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