{"id":3225,"date":"2009-03-09T16:25:36","date_gmt":"2009-03-09T16:25:36","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mst\/2009\/03\/09\/8-de-marzo-mulheres-camponesas-na-luta-contra-o-agronegcio-por-reforma-agrria-e-soberania-popula\/"},"modified":"2017-10-02T21:38:24","modified_gmt":"2017-10-02T21:38:24","slug":"8-de-marzo-mulheres-camponesas-na-luta-contra-o-agronegcio-por-reforma-agrria-e-soberania-popula","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/2009\/03\/09\/8-de-marzo-mulheres-camponesas-na-luta-contra-o-agronegcio-por-reforma-agrria-e-soberania-popula\/","title":{"rendered":"8 de marzo: Mulheres Camponesas na luta contra o agroneg\u00f3cio, por Reforma Agr\u00e1ria e Soberania Popula"},"content":{"rendered":"<p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w_WordDocument>   <w_View>Normal<\/w_View>   <w_Zoom>0<\/w_Zoom>   <w_HyphenationZone>21<\/w_HyphenationZone>   <w_Compatibility>    <w_BreakWrappedTables\/>    <w_SnapToGridInCell\/>    <w_WrapTextWithPunct\/>    <w_UseAsianBreakRules\/>   <\/w_Compatibility>   <w_BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w_BrowserLevel>  <\/w_WordDocument> <\/xml><![endif]--> <!--  \/* Font Definitions *\/  @font-face \t{font-family:Tahoma; \tpanose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; \tmso-font-charset:0; \tmso-generic-font-family:swiss; \tmso-font-pitch:variable; \tmso-font-signature:1627421319 -2147483648 8 0 66047 0;}  \/* Style Definitions *\/  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal \t{mso-style-parent:\"\"; \tmargin:0cm; \tmargin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:Tahoma; \tmso-fareast-font-family:\"Times New Roman\";} @page Section1 \t{size:612.0pt 792.0pt; \tmargin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; \tmso-header-margin:36.0pt; \tmso-footer-margin:36.0pt; \tmso-paper-source:0;} div.Section1 \t{page:Section1;} --> <!--[if gte mso 10]> \n\n<style>  \/* Style Definitions *\/  table.MsoNormalTable \t{mso-style-name:\"Tabla normal\"; \tmso-tstyle-rowband-size:0; \tmso-tstyle-colband-size:0; \tmso-style-noshow:yes; \tmso-style-parent:\"\"; \tmso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; \tmso-para-margin:0cm; \tmso-para-margin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:\"Times New Roman\";} <\/style>\n\n <![endif]-->9 de mar&ccedil;o de 2009:&nbsp;       <\/p>\n<div><a style=\"text-decoration: none\" href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/mst\/pagina.php?cd=6381\">Trabalhadoras ocupam        &aacute;rea da Votorantim no RS<\/a><\/div>\n<div><a style=\"text-decoration: none\" href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/mst\/pagina.php?cd=6378\">Trabalhadoras ocupam o        Minist&eacute;rio da Agricultura<\/a><\/div>\n<div><a style=\"text-decoration: none\" href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/mst\/pagina.php?cd=6377\">Mulheres da Via        Campesina ocupam porto da Aracruz no ES<\/a><\/div>\n<div><a style=\"text-decoration: none\" href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/mst\/pagina.php?cd=6388\">Usina &eacute; o foco dos        protestos das mulheres de Pernambuco<\/a><\/div>\n<div><a style=\"text-decoration: none\" href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/mst\/pagina.php?cd=6380\">Trabalhadoras ocupam        &aacute;rea do grupo Cosan em SP<\/a><\/div>\n<div><a style=\"text-decoration: none\" href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/mst\/pagina.php?cd=6382\">Mulheres da Via        Campesina realizam marcha no Paran&aacute;<\/a><\/div>\n<p><span style=\"font-size: 10pt; font-family: Tahoma\"> <br \/> N&oacute;s mulheres, camponesas, ribeirinhas, extrativistas, ind&iacute;genas, quilombolas e sem terra, queremos denunciar com nossas a&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas a extrema gravidade da situa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores rurais no Brasil.. N&atilde;o nos subordinaremos a este modelo capitalista e patriarcal de sociedade, concentrador de poder e de riquezas. N&atilde;o queremos o projeto de agricultura do agroneg&oacute;cio, hidroneg&oacute;cio e das empresas transnacionais no Brasil. <br \/> <!--[if !supportLineBreakNewLine]--><\/span><\/p>\n<p>(m&aacute;s abajo en castellano) <\/p>\n<p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w_WordDocument>   <w_View>Normal<\/w_View>   <w_Zoom>0<\/w_Zoom>   <w_HyphenationZone>21<\/w_HyphenationZone>   <w_Compatibility>    <w_BreakWrappedTables\/>    <w_SnapToGridInCell\/>    <w_WrapTextWithPunct\/>    <w_UseAsianBreakRules\/>   <\/w_Compatibility>   <w_BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w_BrowserLevel>  <\/w_WordDocument> <\/xml><![endif]--> <!--  \/* Font Definitions *\/  @font-face \t{font-family:Tahoma; \tpanose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; \tmso-font-charset:0; \tmso-generic-font-family:swiss; \tmso-font-pitch:variable; \tmso-font-signature:1627421319 -2147483648 8 0 66047 0;}  \/* Style Definitions *\/  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal \t{mso-style-parent:\"\"; \tmargin:0cm; \tmargin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:Tahoma; \tmso-fareast-font-family:\"Times New Roman\";} a:link, span.MsoHyperlink \t{color:blue; \ttext-decoration:underline; \ttext-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed \t{color:purple; \ttext-decoration:underline; \ttext-underline:single;} @page Section1 \t{size:595.3pt 841.9pt; \tmargin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; \tmso-header-margin:35.4pt; \tmso-footer-margin:35.4pt; \tmso-paper-source:0;} div.Section1 \t{page:Section1;} --> <!--[if gte mso 10]> \n\n<style>  \/* Style Definitions *\/  table.MsoNormalTable \t{mso-style-name:\"Tabla normal\"; \tmso-tstyle-rowband-size:0; \tmso-tstyle-colband-size:0; \tmso-style-noshow:yes; \tmso-style-parent:\"\"; \tmso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; \tmso-para-margin:0cm; \tmso-para-margin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:\"Times New Roman\";} <\/style>\n\n <![endif]-->  <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Nos mobilizamos para denunciar a crise pol&iacute;tica, econ&ocirc;mica, social e ambiental criada pelas elites que controlam o Estado: capital financeiro internacional e transnacionais. N&atilde;o aceitamos pagar a conta da crise, com a super-explorac&atilde;o de nosso trabalho, baixos sal&aacute;rios, aumento da jornada de trabalho e com o avan&ccedil;o da explora&ccedil;&atilde;o sobre os recursos naturais. Por isso, DENUNCIAMOS:<\/p>\n<p> O AGRO E O HIDRO NEG&Oacute;CIO S&Atilde;O INSUSTENT&Aacute;VEIS: os monocultivos, com destaque para a cana, soja e eucalipto, causam um forte desequil&iacute;brio ambiental, s&eacute;rios problemas sociais, gerando graves conseq&uuml;&ecirc;ncias para a humanidade, atrav&eacute;s do uso intensivo de venenos. &Eacute; um modelo que se apropria e domina a &aacute;gua, a terra, as fontes de energia, os min&eacute;rios, as sementes e toda biodiversidade. Exerce controle das sementes, atrav&eacute;s dos transg&ecirc;nicos, que provoca o aumento de doen&ccedil;as, especialmente em mulheres e crian&ccedil;as. Avan&ccedil;a sobre os recursos naturais, com a gan&acirc;ncia de aumentar seus lucros sobre as florestas, na Amaz&ocirc;nia e no que resta do Cerrado, da Mata Atl&acirc;ntica, do bioma Pampa e do Semi-&Aacute;rido nordestino. <\/p>\n<p> SUPER-EXPLORA&Ccedil;&Atilde;O DO TRABALHO: os grandes lucros deste modelo s&atilde;o obtidos atrav&eacute;s de baixos sal&aacute;rios, precariza&ccedil;&atilde;o, amea&ccedil;a constante de desemprego e condi&ccedil;&otilde;es semelhantes de trabalho escravo. &Eacute; esta super-explora&ccedil;&atilde;o do trabalho que permite que a mercadoria fruto deste modelo, seja uma das mais baratas e competitivas do mundo.<\/p>\n<p> FINANCIAMENTO DO ESTADO: este modelo &eacute; beneficiado atrav&eacute;s de investimento p&uacute;blico que tira dos pobres em forma de impostos e passa os recursos para os bancos e empresas. O governo brasileiro recolhe da sociedade, todos os anos, cerca de 150 bilh&otilde;es de reais para transferir aos bancos na forma de pagamento de uma d&iacute;vida, que o povo n&atilde;o fez e nunca foi consultado. Os donos desses t&iacute;tulos n&atilde;o s&atilde;o mais que 20 mil ricos, entre donos de bancos, especuladores nacionais e internacionais. Sem esses recursos, o governo n&atilde;o consegue investir em educa&ccedil;&atilde;o, emprego, sa&uacute;de, direitos previdenci&aacute;rios, habita&ccedil;&atilde;o e reforma agr&aacute;ria. Este repasse se d&aacute; principalmente atrav&eacute;s do FAT e do BNDES &ndash; &oacute;rg&atilde;os governamentais. &Eacute; o modelo mais rent&aacute;vel para os capitalistas, e o mais dependente dos investimentos p&uacute;blicos. Por gerar divisas em d&oacute;lar, o governo e o Estado lhes d&atilde;o total amparo. Em especial, em linhas de cr&eacute;dito: o agroneg&oacute;cio recebe mais de 65 bilh&otilde;es de reais por ano dos bancos p&uacute;blicos, e com isen&ccedil;&atilde;o dos impostos de exporta&ccedil;&atilde;o. Exportar apenas mat&eacute;ria prima n&atilde;o desenvolve o pa&iacute;s, nem distribui renda a todos e todas.<\/p>\n<p> ALIAN&Ccedil;A QUE AFETA A SOBERANIA ALIMENTAR E O CONTROLE DA AGRICULTURA BRASILEIRA: h&aacute; uma alian&ccedil;a entre os grandes propriet&aacute;rios de terra com as empresas transnacionais que controlam o fornecimento dos insumos industriais -adubos, fertilizantes, venenos e m&aacute;quinas- , o pre&ccedil;o e o mercado de cada produto. O Brasil continua priorizando a exporta&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;rias primas, sem valor agregado, vendendo a pre&ccedil;os baixos, e transferindo parte de nossas riquezas naturais, inclusas no produto. <\/p>\n<p> A CRIMINALIZA&Ccedil;&Atilde;O DA LUTA: nos &uacute;ltimos tempos, o Estado tem utilizado todo aparato policial, o poder judici&aacute;rio e a m&iacute;dia para defender as empresas, o agroneg&oacute;cio e a propriedade privada e criminalizar as lutas sociais. <\/p>\n<p> Reafirmamos a luta como &uacute;nica sa&iacute;da para as transforma&ccedil;&otilde;es sociais! E temos o direito de lutar! <\/p>\n<p> Nos mobilizamos para defender a agroecologia, a biodiversidade, a agricultura camponesa cooperada, a produ&ccedil;&atilde;o de alimentos saud&aacute;veis, a reforma agr&aacute;ria, os direitos previdenci&aacute;rios, a sa&uacute;de e educa&ccedil;&atilde;o gratuita e de qualidade para todos. Para defender a terra, a &aacute;gua, as sementes, a energia e o petr&oacute;leo como bens da natureza a servi&ccedil;o dos seres humanos. <\/p>\n<p> Rompemos o sil&ecirc;ncio para resgatar a cultura e o conhecimento campon&ecirc;s, resgatar o nosso Brasil. E para isso, convocamos todo o povo brasileiro a ir &agrave; luta, para se unir para construir um novo projeto de desenvolvimento &#8211; que beneficie o povo brasileiro e n&atilde;o as empresas e os bancos. <\/p>\n<p> Seguiremos lutando e organizando as mulheres, os homens, a juventude trabalhadora e as crian&ccedil;as para defender os nossos direitos de viver no Brasil justo, igualit&aacute;rio e soberano. <\/p>\n<p> VIVA 08 DE MAR&Ccedil;O: DIA INTERNACIONAL DE LUTA DAS MULHERES TRABALHADORAS!<\/p>\n<p> VIA CAMPESINA BRASIL e FETRAF &ndash; MAR&Ccedil;O 2009<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Fonte: <a href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/\">www.mst.org.br<\/a><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><a href=\"http:\/\/www.mabnacional.org.br\/\">www.mabnacional.org.br<\/a><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><a href=\"http:\/\/www.mmcbrasil.com.br\/\">www.mmcbrasil.com.br<\/a><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><font size=\"-1\">MUJERES CAMPESINAS EN LA LUCHA <\/p>\n<p> POR REFORMA AGRARIA Y SOBERAN&Iacute;A ALIMENTARIA. <br \/> &nbsp; <br \/> Nosotras mujeres, campesinas, ribere&ntilde;as, extractivistas, ind&iacute;genas, quilombolas y sin tierra, denunciamos a trav&eacute;s de nuestras acciones pol&iacute;ticas la extrema gravedad de la situaci&oacute;n brasile&ntilde;a. No nos subordinaremos a este modelo capitalista y patriarcal de sociedad, concentrador de poder y de riquezas. No queremos el proyecto de agricultura del agroneg&oacute;cio, hidro-negocio y de las transnacionales en Brasil. <br \/> &nbsp; <br \/> Nos movilizamos, para enfrentar la crisis pol&iacute;tica, econ&oacute;mica, social y ambiental, creada por las elites que controlan el Estado: capital financiero internacional y transnacionales. No aceptamos pagar la cuenta de la crisis, con la s&uacute;per-explotaci&oacute;n de nuestro trabajo, bajos salarios, aumento de la jornada de trabajo y con el avance de la explotaci&oacute;n sobre los recursos naturales. Por eso, DENUNCIAMOS: <br \/> &nbsp; <br \/> EL AGRO E HIDRO-NEGOCIO SON INSOSTENIBLES: los monocultivos, con destaque para la&nbsp; ca&ntilde;a, soja y eucaliptos, a trav&eacute;s del uso intensivo de venenos, causan un fuerte desequilibrio ambiental, serios problemas sociales y generando graves consecuencias para la humanidad. Es un modelo que se apropia y domina el agua, la tierra, las fuentes de energ&iacute;a, los recursos minerales, las semillas y toda la biodiversidad. A trav&eacute;s de los transg&eacute;nicos ejerce el control de los semillas, causando el aumento de enfermedades, especialmente en mujeres y ni&ntilde;os. Avanza sobre los recursos naturales, con el objetivo de aumentar sus lucros sobre las florestas, en Amazonia y el lo que a&uacute;n subsiste del Cerrado, de la Floresta Atl&aacute;ntica, del bioma pampa y del semi-&aacute;rido del nordeste. <br \/> &nbsp; <br \/> S&Uacute;PER-EXPLOTACI&Oacute;N DEL TRABAJO: los grandes lucros de este modelo son obtenidos a trav&eacute;s de bajos salarios, precarizaci&oacute;n, amenaza constante de desempleo y condiciones semejantes a las del trabajo esclavo. Esta s&uacute;per-explotaci&oacute;n del trabajo es la que permite que las mercader&iacute;as &ndash; resultantes de este modelo, sean una de las mas baratas y competitivas del mundo. <br \/> &nbsp; <br \/> FINANCIACI&Oacute;N DEL ESTADO: Este modelo es beneficiado a trav&eacute;s de las inversi&oacute;n&nbsp; p&uacute;blica que retira los recursos de los pobres &ndash; en la forma de impuestos &ndash; y los repasa a los ricos. La sociedad brasile&ntilde;a gasta actualmente alrededor de 150 billones de reales al a&ntilde;o en el pago de los t&iacute;tulos de la deuda p&uacute;blica, que son repasados para 20 mil familias, entre due&ntilde;os de bancos, especuladores nacionales e internacionales. Sin esos recursos, el gobierno no consigue invertir en educaci&oacute;n, empleo, salud, derechos de previsi&oacute;n social, habitaci&oacute;n y reforma agraria. Este repase ocurre, principalmente, a trav&eacute;s del FAT (Fondo de amparo al Trabajador) e del BNDES (Banco Nacional de Desarrollo Econ&oacute;mico y Social) &ndash; organismos gubernamentales. Es el modelo mas rentable para los capitalistas y el mas dependiente de inversiones p&uacute;blicas. Por generar divisas en dolares, el gobierno y el Estado le dan todo el amparo, especialmente en lineas de cr&eacute;dito: el agro-negocio recibe mas de 65 billones de reales por a&ntilde;o de los bancos p&uacute;blicos. Y con exenci&oacute;n de impuestos de exportaci&oacute;n. Exportar apenas materias primas no desarrolla el pa&iacute;s ni distribuye la renta entre todas y todos. <br \/> &nbsp; <br \/> ALIANZA CRIMINAL: Hay una alianza entre los capitalistas y los grandes propietarios de tierra con las empresas transnacionales que controlan el abastecimiento de insumos industriales &ndash; abonos, fertilizantes, venenos y m&aacute;quinas &ndash; controlan el precio y el mercado de cada producto. Brasil continua dando prioridad a la exportaci&oacute;n de materias primas, sin valor agregado, vendiendo a&nbsp; bajos precios, y transfiriendo parte de nuestras riquezas naturales inclusas en el producto. <br \/> &nbsp; <br \/> CRIMINALIZACI&Oacute;N DE LA LUCHA: En los &uacute;ltimos tiempos el estado ha utilizado todo el aparato policial, el poder judicial y la midia para defender a las empresas, al agro-negocio y a la propiedad privada, criminalizando las luchas sociales. <br \/> &nbsp; <br \/> Reafirmamos la lucha como &uacute;nica alternativa para las transformaciones sociales! Tenemos derecho a luchar! <br \/> &nbsp; <br \/> Nos movilizamos para defender la agroecolog&iacute;a, la biodiversidad, la agricultura campesina cooperativada, la producci&oacute;n de alimentos saludables, la Reforma Agraria, los derechos de previsi&oacute;n social, salud y educaci&oacute;n gratuita y de calidad para todos. Para defender la tierra, el agua, las semillas, la energ&iacute;a y el petroleo como bienes naturales a servicio de la humanidad.  <br \/> &nbsp; <br \/> Rompemos el silencio para rescatar la cultura y el conocimiento campesino, rescatar nuestro Brasil. Por eso convocamos a todo el pueblo brasile&ntilde;o a luchar y unirse para construir un nuevo proyecto de desarrollo que beneficie a todo el pueblo y no solo a las empresas y bancos. <br \/> &nbsp; <br \/> Continuaremos luchando y organizando mujeres, hombres, juventud trabajadora ni&ntilde;os para defender nuestro derecho a vivir en un Brasil justo, igualitario y soberano. <br \/> &nbsp; <br \/><strong>&nbsp; <br \/> VIVA EL 8 DE MARZO <br \/> D&Iacute;A INTERNACIONAL DE LUCHA DE LAS MUJERES TRABAJADORAS! <br \/> &nbsp; <br \/> VIA CAMPESINA BRASIL y FETRAF <br \/> Marzo 2009<\/strong><\/font>&nbsp; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><span>&nbsp;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>9 de mar&ccedil;o de 2009:&nbsp; Trabalhadoras ocupam &aacute;rea da Votorantim no RS Trabalhadoras ocupam o Minist&eacute;rio da Agricultura Mulheres da Via Campesina ocupam porto da Aracruz no ES Usina &eacute; o foco dos protestos das mulheres de Pernambuco Trabalhadoras ocupam &aacute;rea do grupo Cosan em SP Mulheres da Via Campesina realizam marcha no Paran&aacute; N&oacute;s [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":18,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[6],"class_list":["post-3225","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-publicaciones","tag-articulos"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3225","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/users\/18"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3225"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3225\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4569,"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3225\/revisions\/4569"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3225"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3225"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3225"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}