{"id":3220,"date":"2009-03-02T15:53:19","date_gmt":"2009-03-02T15:53:19","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mst\/2009\/03\/02\/entrevista-de-dirigente-do-mst-sobre-os-ultimos-acontecimentos-divulgada-para-a-imprensa\/"},"modified":"2017-10-02T21:38:25","modified_gmt":"2017-10-02T21:38:25","slug":"entrevista-de-dirigente-do-mst-sobre-os-ultimos-acontecimentos-divulgada-para-a-imprensa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/2009\/03\/02\/entrevista-de-dirigente-do-mst-sobre-os-ultimos-acontecimentos-divulgada-para-a-imprensa\/","title":{"rendered":"Entrevista de dirigente do MST sobre os ultimos acontecimentos divulgada para a Imprensa"},"content":{"rendered":"<p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w_WordDocument>   <w_View>Normal<\/w_View>   <w_Zoom>0<\/w_Zoom>   <w_HyphenationZone>21<\/w_HyphenationZone>   <w_Compatibility>    <w_BreakWrappedTables\/>    <w_SnapToGridInCell\/>    <w_WrapTextWithPunct\/>    <w_UseAsianBreakRules\/>   <\/w_Compatibility>   <w_BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w_BrowserLevel>  <\/w_WordDocument> <\/xml><![endif]--> <!--  \/* Font Definitions *\/  @font-face \t{font-family:Tahoma; \tpanose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; \tmso-font-charset:0; \tmso-generic-font-family:swiss; \tmso-font-pitch:variable; \tmso-font-signature:1627421319 -2147483648 8 0 66047 0;}  \/* Style Definitions *\/  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal \t{mso-style-parent:\"\"; \tmargin:0cm; \tmargin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:Tahoma; \tmso-fareast-font-family:\"Times New Roman\";} @page Section1 \t{size:612.0pt 792.0pt; \tmargin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; \tmso-header-margin:36.0pt; \tmso-footer-margin:36.0pt; \tmso-paper-source:0;} div.Section1 \t{page:Section1;} --> <!--[if gte mso 10]> \n\n<style>  \/* Style Definitions *\/  table.MsoNormalTable \t{mso-style-name:\"Tabla normal\"; \tmso-tstyle-rowband-size:0; \tmso-tstyle-colband-size:0; \tmso-style-noshow:yes; \tmso-style-parent:\"\"; \tmso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; \tmso-para-margin:0cm; \tmso-para-margin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:\"Times New Roman\";} <\/style>\n\n <![endif]-->  <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">DIRIGENTE DO MST&nbsp; ANALISA OS ULTIMOS ACONTECIMENTOS DA LUTA PELA REFORMA AGRARIA<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Nos &uacute;ltimos dias, a imprensa vem veiculando uma s&eacute;rie de mat&eacute;rias sobre o MST, que expressam uma ofensiva das for&ccedil;as de direita. Por isso, entrevistamos o membro da dire&ccedil;&atilde;o nacional Jo&atilde;o Paulo Rodrigues, para explicar a posi&ccedil;&atilde;o do Movimento sobre os principais temas expostos. <\/p>\n<p><!--[if gte mso 9]><xml>  <w_WordDocument>   <w_View>Normal<\/w_View>   <w_Zoom>0<\/w_Zoom>   <w_HyphenationZone>21<\/w_HyphenationZone>   <w_Compatibility>    <w_BreakWrappedTables\/>    <w_SnapToGridInCell\/>    <w_WrapTextWithPunct\/>    <w_UseAsianBreakRules\/>   <\/w_Compatibility>   <w_BrowserLevel>MicrosoftInternetExplorer4<\/w_BrowserLevel>  <\/w_WordDocument> <\/xml><![endif]--> <!--  \/* Font Definitions *\/  @font-face \t{font-family:Tahoma; \tpanose-1:2 11 6 4 3 5 4 4 2 4; \tmso-font-charset:0; \tmso-generic-font-family:swiss; \tmso-font-pitch:variable; \tmso-font-signature:1627421319 -2147483648 8 0 66047 0;}  \/* Style Definitions *\/  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal \t{mso-style-parent:\"\"; \tmargin:0cm; \tmargin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:Tahoma; \tmso-fareast-font-family:\"Times New Roman\";} a:link, span.MsoHyperlink \t{color:blue; \ttext-decoration:underline; \ttext-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed \t{color:purple; \ttext-decoration:underline; \ttext-underline:single;} @page Section1 \t{size:595.3pt 841.9pt; \tmargin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; \tmso-header-margin:35.4pt; \tmso-footer-margin:35.4pt; \tmso-paper-source:0;} div.Section1 \t{page:Section1;} --> <!--[if gte mso 10]> \n\n<style>  \/* Style Definitions *\/  table.MsoNormalTable \t{mso-style-name:\"Tabla normal\"; \tmso-tstyle-rowband-size:0; \tmso-tstyle-colband-size:0; \tmso-style-noshow:yes; \tmso-style-parent:\"\"; \tmso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; \tmso-para-margin:0cm; \tmso-para-margin-bottom:.0001pt; \tmso-pagination:widow-orphan; \tfont-size:10.0pt; \tfont-family:\"Times New Roman\";} <\/style>\n\n <![endif]-->  <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>1. O que aconteceu com as escolas itinerantes no Rio Grande do Sul? <\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Durante o governo Antonio Britto (PMDB-PPS) foi assegurado o direito das crian&ccedil;as de ensino prim&aacute;rio estudarem no pr&oacute;prio acampamento. O estado colocava professores da rede p&uacute;blica e as aulas eram dadas em salas organizadas no acampamento. E quando o acampamento mudasse de local ou as fam&iacute;lias fossem assentadas, a escola ia junto, assegurando a continuidade do ensino &agrave;quelas crian&ccedil;as. Essa experi&ecirc;ncia exitosa recebeu pr&ecirc;mios e foi adotada por outros estados, como o do Paran&aacute;. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Ap&oacute;s a elei&ccedil;&atilde;o do governo tucano de Yeda Crusius, se formou uma conjuntura pol&iacute;tica de ofensiva da direita na imprensa, no Minist&eacute;rio Publico Estadual e na Brigada Militar. &nbsp;Euf&oacute;ricos com a vit&oacute;ria eleitoral, passaram a criminalizar, perseguir e reprimir os movimentos sociais, seja&nbsp; o dos professores, metal&uacute;rgicos, desempregados ou o MST.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;Nesse contexto, a atual governadora e o Minist&eacute;rio P&uacute;blico atuaram para suspender as aulas nos acampamentos e levar as crian&ccedil;as para os col&eacute;gios da cidade. &nbsp;Ou seja, n&atilde;o hesitaram em prejudicar as crian&ccedil;as para atingir politicamente o MST.Por outro lado, o governo Yeda &nbsp;Crusius j&aacute; fechou outras 8.500 turmas em todos os munic&iacute;pios do estado, a maioria no meio rural, apenas para poupar recursos, apenas para assegurar o famigerado d&eacute;ficit zero.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;As prefeituras dos munic&iacute;pios aonde existem acampamentos j&aacute; disseram que &eacute; imposs&iacute;vel levar as crian&ccedil;as para a cidade.&nbsp; S&atilde;o Gabriel, por exemplo, teria que gastar R$ 40 mil mensais.&nbsp; Enquanto atualmente o estado gasta R$ 16 mil para atender os oito acampamentos em todo estado.Felizmente, as escolas foram autorizadas pelo Conselho Estadual de Educa&ccedil;&atilde;o, que &eacute; o &oacute;rg&atilde;o que autoriza e fiscaliza o funcionamento das escolas e aprova seu curr&iacute;culo.&nbsp; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>2. O que aconteceu em Pernambuco? <\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;O conflito no Pernambuco &eacute; uma trag&eacute;dia anunciada. As 100 fam&iacute;lias est&atilde;o acampadas h&aacute; oito anos. Duas &aacute;reas est&atilde;o em disputa. Os fazendeiros usaram de todas as artimanhas judiciais para impedir a desapropria&ccedil;&atilde;o de suas &aacute;reas n&atilde;o utilizadas, que servem apenas de especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria. As fam&iacute;lias trabalham e plantam na &aacute;rea, tiram dela seu sustento. Sofreram mais de 20 despejos. Na semana passada, depois de mais despejo pela Pol&iacute;cia Militar, o fazendeiro contratou pistoleiros que foram no acampamento fazer provoca&ccedil;&otilde;es, armados. Perseguiram e espancaram um dos l&iacute;deres do acampamento. Nesse clima de tens&atilde;o e amea&ccedil;as permanentes &agrave;s fam&iacute;lias acampadas, alguns acabaram reagindo e no conflito houve a morte de quatro pistoleiros. O MST repudia a viol&ecirc;ncia. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">No Brasil h&aacute; muitos outros acampamentos, em igual situa&ccedil;&atilde;o de tens&atilde;o e conflito. At&eacute; quando v&atilde;o esperar para realizar a Reforma Agr&aacute;ria? &nbsp; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>3.O que aconteceu no Pontal DO Paranapanema, sao paulo? <\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Na regi&atilde;o do Pontal do Paranapanema, no estado de S&atilde;o Paulo, h&aacute; um passivo de conflito agr&aacute;rio pendente h&aacute; quatro d&eacute;cadas. Existem por l&aacute; mais de 400 mil hectares de terras p&uacute;blicas estaduais, com senten&ccedil;as judiciais reconhecendo que s&atilde;o p&uacute;blicas. Portanto, os fazendeiros ocupantes s&atilde;o grileiros. E precisam sair das terras, pelas quais receberiam a indeniza&ccedil;&atilde;o pelas benfeitorias. Desde o governo Mario Covas, que o processo de discrimina&ccedil;&atilde;o e indeniza&ccedil;&atilde;o dos fazendeiros-grileiros est&aacute; parado. Com isso o problema s&oacute; se agrava. Agora, na semana do carnaval, os quatro movimentos de sem terra que atuam na regi&atilde;o realizaram ocupa&ccedil;&otilde;es de protesto em diversas fazendas. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;A repercuss&atilde;o foi imediata. Por duas raz&otilde;es: primeiro porque os fazendeiros possuem muitas liga&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas na capital. Um deles inclusive era s&oacute;cio do Fernando Henrique na fazenda de Buritis. Outro tem v&iacute;nculos com a rede Bandeirantes, e por a&iacute; vai.E o segundo motivo &eacute; que Jos&eacute; Rainha, que n&atilde;o faz parte de nenhuma inst&acirc;ncia de decis&atilde;o pol&iacute;tica do MST, anunciou que as ocupa&ccedil;&otilde;es do seu movimento eram em protesto ao governador Jos&eacute; Serra. Pronto. O tema se transformou em disputa eleitoral. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">As repercuss&otilde;es do Pontal revelam que at&eacute; outubro de 2010, viveremos essa novela, da imprensa e seus partidos transformaram as disputas de terra do Pontal em tema eleitoral. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>4. Entidades do meio rural s&atilde;o acusadas de desviar recursos para ocupa&ccedil;&otilde;es. &nbsp;Isso procede? <\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O MST nunca usou nenhum centavo de dinheiro p&uacute;blico para realizar ocupa&ccedil;&otilde;es de terra. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Por uma quest&atilde;o de princ&iacute;pio, as pr&oacute;prias fam&iacute;lias que participam das ocupa&ccedil;&otilde;es dos latif&uacute;ndios, devem assegurar os recursos necess&aacute;rios para a essa a&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica. &Eacute; aqui que reside a for&ccedil;a do MST e &eacute; um elemento educativo para as fam&iacute;lias que fazem a luta pela reforma agr&aacute;ria. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Acontece que desde o governo Fernando Henrique Cardoso, o Estado brasileiro, dilapidado pela onda neoliberal, deixou de cumprir suas fun&ccedil;&otilde;es relativas ao setor p&uacute;blico agr&iacute;cola. O Estado n&atilde;o garante mais educa&ccedil;&atilde;o no meio rural, alfabetiza&ccedil;&atilde;o, assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, sa&uacute;de. Ent&atilde;o, foi no governo FHC que eles estimularam o surgimento de ONGs, entidades sem fins lucrativos, para substituir as fun&ccedil;&otilde;es do Estado. E passaram recursos para essas entidades. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Vale lembrar que a ONG Alfabetiza&ccedil;&atilde;o Solid&aacute;ria, &nbsp;da dona Ruth Cardoso, recebeu mais de R$ 330 milh&otilde;es de dinheiro p&uacute;blico para&nbsp; a alfabetiza&ccedil;&atilde;o de adultos. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Surgiram ent&atilde;o em &aacute;reas de assentamento diversas entidades &#8211; algumas ligadas aos assentados, outras n&atilde;o &#8211; &nbsp;para suprir as fun&ccedil;&otilde;es do Estado, realizando atividades de assist&ecirc;ncia t&eacute;cnica, de atendimento de sa&uacute;de, de alfabetiza&ccedil;&atilde;o. E recebem recursos do Estado para isso. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;Estranhamos que a imprensa cite apenas as entidades que ap&oacute;iam a reforma agr&aacute;ria e s&atilde;o ligadas aos assentados, e omitem os milh&otilde;es de reais repassados para ONGs ligadas ao PSDB, &agrave; For&ccedil;a sindical, aos ruralistas. Somente o SENAR recebe milh&otilde;es de reais. Todos os anos. Sendo que h&aacute; processos no TCU de desvio de federa&ccedil;&otilde;es patronais em proveito pessoal de seus dirigentes. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\"><strong>5.A que se deve a rea&ccedil;&atilde;o do ministro Gilmar Mendes? <\/strong><\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">O Ministro Gilmar Mendes foi transformado no mais novo l&iacute;der da direita brasileira, desde sua posse como presidente do Supremo Tribunal Federal. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">E ele est&aacute; se comportando assim, honrando seu novo papel. &Eacute; &aacute;gil para defender o patrim&ocirc;nio, mas lento para defender vidas. Ataca os povos ind&iacute;genas, os quilombolas, os direitos dos trabalhadores, os oper&aacute;rios e defende os militares da ditadura militar. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Enfim, agora a direita brasileira tem seu Berlusconi tupiniquin. E ele opina sobre tudo e sobre todos. Ali&aacute;s, ele est&aacute; devendo para a opini&atilde;o p&uacute;blica brasileira, uma explica&ccedil;&atilde;o sobre a rapidez como soltou o banqueiro corrupto Daniel Dantas, que financia muitas campanhas eleitorais e alicia grande parte da m&iacute;dia.<\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Mais grave, a revista Carta Capital denunciou que o Instituto Brasiliense de Direito P&uacute;blico, vinculado ao Mendes, &nbsp;recebeu 2,4 milh&otilde;es de recursos p&uacute;blicos, inclusive do STF, do Tribunal Superior Eleitoral e at&eacute; do Minist&eacute;rio da Defesa, dirigido por seu amigo Nelson Jobim.Como l&iacute;der da direita, Mendes&nbsp;procura defender os interesses da burguesia brasileira e fazer intenso ataque ideol&oacute;gico &agrave; esquerda e aos movimentos sociais, para pavimentar uma retomada eleitoral da direita em 2010. <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">Serra n&atilde;o precisa se preocupar, j&aacute; tem um cabo eleitoral poderoso no STF.&nbsp;&nbsp; <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;<br \/> Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o do MST<br \/> Secretaria Nacional &#8211; SP<br \/> Tel\/fax: (11) 3361-3866<br \/> Correio &#8211; <a href=\"mailto:imprensa@mst.org.br\">imprensa@mst.org.br<\/a><br \/> P&aacute;gina &#8211;&nbsp; <a href=\"http:\/\/www.mst.org.br\/\">www.mst.org.br<\/a> <\/p>\n<p class=\"MsoNormal\">&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>DIRIGENTE DO MST&nbsp; ANALISA OS ULTIMOS ACONTECIMENTOS DA LUTA PELA REFORMA AGRARIA Nos &uacute;ltimos dias, a imprensa vem veiculando uma s&eacute;rie de mat&eacute;rias sobre o MST, que expressam uma ofensiva das for&ccedil;as de direita. 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