{"id":3162,"date":"2008-06-29T19:58:48","date_gmt":"2008-06-29T19:58:48","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mst\/2008\/06\/29\/nota-da-cpt-sobre-criminalizao-dos-movimentos-sociais\/"},"modified":"2017-10-02T21:38:43","modified_gmt":"2017-10-02T21:38:43","slug":"nota-da-cpt-sobre-criminalizao-dos-movimentos-sociais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/2008\/06\/29\/nota-da-cpt-sobre-criminalizao-dos-movimentos-sociais\/","title":{"rendered":"Nota da CPT sobre criminaliza??o dos movimentos sociais"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: center\" class=\"MsoNormal\" align=\"center\"><strong><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Avan&ccedil;a a criminaliza&ccedil;&atilde;o dos Movimentos Sociais e de suas lideran&ccedil;as<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center\" class=\"MsoNormal\" align=\"center\"><strong><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional da Comiss&atilde;o Pastoral da Terra vem a p&uacute;blico para manifestar sua preocupa&ccedil;&atilde;o diante das tentativas de criminaliza&ccedil;&atilde;o dos movimentos sociais, sobretudo do campo, e de suas lideran&ccedil;as.&nbsp; Tudo o que cheire a oposi&ccedil;&atilde;o ao <\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">progresso e desenvolvimento<\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> que as atividades ligadas ao agroneg&oacute;cio e &agrave; minera&ccedil;&atilde;o dizem trazer, tem que ser recha&ccedil;ado com veem&ecirc;ncia, pois a economia &eacute; mais valorizada do que os direitos humanos e a defesa do meio ambiente.&nbsp; Os meios de comunica&ccedil;&atilde;o e o judici&aacute;rio prestam este servi&ccedil;o ao poder&nbsp; econ&ocirc;mico.<\/span><\/p>\n<p>  <img width=400 src='.\/images\/stories\/mst\/mst.jpg'><img width=400 src='.\/images\/stories\/mst\/monstro_fascista.jpg'>  <\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &Eacute; neste contexto que entendemos a condena&ccedil;&atilde;o de Jos&eacute; Batista Gon&ccedil;alves Afonso, advogado da CPT e nosso companheiro na Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional da CPT e que tem destacada atua&ccedil;&atilde;o na defesa dos direitos humanos na regi&atilde;o de Marab&aacute;, PA, e de Raimundo Nonato Santos da Silva, ex-coordenador regional da Fetragri, condenados a dois anos e cinco meses de pris&atilde;o pelo juiz Federal de Marab&aacute;, Carlos Henrique Haddad. A senten&ccedil;a ainda lhes nega o direito a pena alternativa, prevista no C&oacute;digo Penal para penas at&eacute; quatro anos. O processo se refere &agrave; ocupa&ccedil;&atilde;o da Superintend&ecirc;ncia do Incra em Marab&aacute;, em abril de 1999, por mais de 10 mil trabalhadores rurais de acampamentos e assentamentos da Fetagri e do MST. Quando, 20 dias depois de iniciado o acampamento, o governo decidiu negociar com os trabalhadores, estes, cansados de esperar por alguma resposta, &agrave; noite, entraram nas depend&ecirc;ncias do Incra, impedindo a sa&iacute;da da equipe oficial de negocia&ccedil;&atilde;o do pr&eacute;dio durante o resto da noite e in&iacute;cio da manh&atilde; do dia seguinte. Os condenados foram responsabilizados por este ato, sabendo-se que o advogado Jos&eacute; Batista cumpria apenas o papel de assessor do MST e da Fetagri nas negocia&ccedil;&otilde;es. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">A senten&ccedil;a cont&eacute;m contradi&ccedil;&otilde;es vis&iacute;veis. Afirma com rela&ccedil;&atilde;o a Jos&eacute; Batista&nbsp; que <\/span><em><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><\/em><em><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&#8230;&eacute; poss&iacute;vel que n&atilde;o tenha incitado a invas&atilde;o da sede do Incra pelos trabalhadores rurais e parece cr&iacute;vel que n&atilde;o teria condi&ccedil;&otilde;es de controlar a multid&atilde;o exaltada<\/span><\/em><em><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><\/em><em><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">, <\/span><\/em><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">mas mesmo assim agravou a pena em mais tr&ecirc;s meses sob a alega&ccedil;&atilde;o de que os acusados teriam <\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><em><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">instigado ou determinado a cometer o crime algu&eacute;m sujeito &agrave; sua autoridade<\/span><\/em><em><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><\/em><em><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">.<\/span><\/em><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Neste contexto da criminaliza&ccedil;&atilde;o dos movimentos sociais vemos estarrecidos que o Conselho Superior do Minist&eacute;rio Publico do Estado do Rio Grande do Sul, por unanimidade, aprovou relat&oacute;rio que prop&otilde;e <em>:<\/em><\/span><em><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><\/em><em><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">designar uma equipe de Promotores de Justi&ccedil;a para promover a&ccedil;&atilde;o civil p&uacute;blica com vistas &agrave; dissolu&ccedil;&atilde;o do MST e declara&ccedil;&atilde;o de sua ilegalidade (&#8230;)<\/span><\/em><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Arial\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> e ainda <\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Arial\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&#8230;<em>interven&ccedil;&atilde;o nas escolas do MST<\/em><\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Arial\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">. O movimento que o pr&oacute;prio Ibope, em recente pesquisa sobre os movimentos sociais encomendada pela Vale, considera como uma das <\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">institui&ccedil;&otilde;es nacionais<\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> &eacute; tratado como uma organiza&ccedil;&atilde;o criminosa, com liga&ccedil;&otilde;es com as FARC e grupos terroristas. Ainda mais preocupante &eacute; ver que o Conselho se baseou num relat&oacute;rio de procuradores que apresenta textos de Florestan Fernandes, Paulo Freire e Chico Mendes como exemplos da <\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">estrat&eacute;gia confrontacional<\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> do movimento. N&atilde;o se via nada semelhante desde os tempos da ditadura!<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Com base em relat&oacute;rios como este, o poder Executivo do estado do Rio Grande do Sul decidiu colocar a Brigada Militar para promover violent&iacute;ssima repress&atilde;o contra as agricultoras que protestavam em mar&ccedil;o em defesa do meio-ambiente, em Ros&aacute;rio do Sul, RS; &nbsp;contra os acampados em &aacute;rea de terra j&aacute; desapropriada pelo Incra, no munic&iacute;pio de S&atilde;o Gabriel, RS, no in&iacute;cio de maio; e para despejar centenas de fam&iacute;lias acampadas em &aacute;reas cedidas por pequenos propriet&aacute;rios, no munic&iacute;pio de Coqueiros do Sul, no dia 17\/06. S&atilde;o a&ccedil;&otilde;es muito bem orquestradas entre Minist&eacute;rio P&uacute;blico, Judici&aacute;rio e Executivo. No caso de Coqueiros do Sul a peti&ccedil;&atilde;o datada em 16 de junho recebeu no mesmo dia despacho favor&aacute;vel de mais de 20 laudas do juiz de Carazinho e j&aacute; na madrugada seguinte mais de 500 homens da Brigada Militar entravam nos acampamentos, de surpresa, antes da chegada do oficial de justi&ccedil;a. Um dos promotores fez quest&atilde;o de deixar expl&iacute;citos os objetivos desta a&ccedil;&atilde;o: <\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">n&atilde;o se trata de remover acampamentos, e sim de desmontar bases que o MST usa<\/span><span style=\"font-size: 9pt\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Ao mesmo tempo em que os movimentos s&atilde;o atacados e depreciados e que mais<strong> <\/strong>de 30 lideran&ccedil;as dos movimentos sociais s&atilde;o investigadas<strong> <\/strong>pela Pol&iacute;cia Federal ou tem processos s&oacute; na Justi&ccedil;a Federal de Marab&aacute;, os crimes contra os trabalhadores rurais e seus aliados continuam impunes.&nbsp; O &uacute;nico mandante preso no Par&aacute;, Vitalmiro Bastos de Moura, Bida, condenado pelo assassinato de Irm&atilde; Dorothy foi libertado por decis&atilde;o de novo julgamento no tribunal do j&uacute;ri. E as suadas conquistas dos povos tradicionais enfrentam barreiras cada vez maiores como &eacute; o caso da suspens&atilde;o pelo STF da retirada dos arrozeiros da Terra&nbsp; Ind&iacute;gena Raposa Serra do Sol e os constantes ataques de graduados militares do Ex&eacute;rcito Brasileiro contra a demarca&ccedil;&atilde;o em &aacute;rea cont&iacute;nua desta &aacute;rea, sob o argumento de defesa da soberania nacional. O mesmo se pode falar dos ataques que acabaram praticamente paralisando as a&ccedil;&otilde;es de reconhecimento de &aacute;reas quilombolas.<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify; text-indent: 35.4pt\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional da CPT sente que infelizmente a elite econ&ocirc;mica, o agroneg&oacute;cio e a minera&ccedil;&atilde;o conseguem ditar as a&ccedil;&otilde;es do Executivo e do Judici&aacute;rio e em alguns casos do pr&oacute;prio Minist&eacute;rio P&uacute;blico. Repudia veementemente todos os ataques que pretendem denegrir a imagem dos movimentos sociais e manifesta sua solidariedade incondicional de modo especial ao companheiro Jos&eacute; Batista, irm&atilde;o de f&eacute; e de luta, ao MST e aos ind&iacute;genas da Raposa Serra&nbsp; do Sol. <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Goi&acirc;nia, 26 de junho de 2008<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-left: 177pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; da Comiss&atilde;o Pastoral da Terra <\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt\" class=\"MsoPlainText\"><strong><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt\" class=\"MsoPlainText\"><strong><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/strong><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt\" class=\"MsoPlainText\"><strong><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Maiores informa&ccedil;&otilde;es:&nbsp; <\/span><\/strong><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Dom Tom&aacute;s Balduino <\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Arial\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> (62) 8117-1950<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt\" class=\"MsoPlainText\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Irm&atilde; Maria Madalena dos Santos <\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Arial\">?<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> (62) 4008-6466; (62) 8156-3778<\/span><\/p>\n<p style=\"margin: 0cm 0cm 0.0001pt\" class=\"MsoPlainText\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Jos&eacute; Batista Gon&ccedil;alves Afonso &nbsp;&#8211; (94) 3321-2229; (94) 9136-0253<\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">&nbsp;<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Avan&ccedil;a a criminaliza&ccedil;&atilde;o dos Movimentos Sociais e de suas lideran&ccedil;as &nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A Coordena&ccedil;&atilde;o Nacional da Comiss&atilde;o Pastoral da Terra vem a p&uacute;blico para manifestar sua preocupa&ccedil;&atilde;o diante das tentativas de criminaliza&ccedil;&atilde;o dos movimentos sociais, sobretudo do campo, e de suas lideran&ccedil;as.&nbsp; Tudo o que cheire a oposi&ccedil;&atilde;o ao ?progresso e desenvolvimento? 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