{"id":3125,"date":"2008-04-02T17:14:46","date_gmt":"2008-04-02T17:14:46","guid":{"rendered":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mst\/2008\/04\/02\/lula-assina-mp-do-agronegcio-que-legaliza-concentrao-de-terras-na-amaznia\/"},"modified":"2017-10-02T21:39:27","modified_gmt":"2017-10-02T21:39:27","slug":"lula-assina-mp-do-agronegcio-que-legaliza-concentrao-de-terras-na-amaznia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/blogs.sindominio.net\/mstmadrid\/2008\/04\/02\/lula-assina-mp-do-agronegcio-que-legaliza-concentrao-de-terras-na-amaznia\/","title":{"rendered":"Lula assina MP do agroneg\u00f3cio que legaliza concentra\u00e7\u00e3o de terras na Amaz\u00f3nia"},"content":{"rendered":"<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 35.45pt\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">O presidente Lula assinou uma Medida Provis&oacute;ria n&ordm; 422 que possibilitar&aacute; aos latifundi&aacute;rios e as transnacionais do agroneg&oacute;cio a se apoderarem de mais terras na Amaz&ocirc;nia Legal. O texto da MP foi inspirado pela Bancada Ruralista, sob a lideran&ccedil;a do lider do governo no Senado, o senador Romero Juc&aacute;. H&aacute; alguns anos atr&aacute;s a regulariza&ccedil;&atilde;o estava limitada em im&oacute;veis rurais de at&eacute; <\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">100 hectares<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">, depois foi ampliada para <\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">500  hectares<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> e agora triplicada para <\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">1.500 hectares<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">.<\/span><\/p>\n<p>  <\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Essa medida abre possibilidade para que o agroneg&oacute;cio avance sobre as glebas dos posseiros e das fam&iacute;lias de agricultores\/as e, como detentor do capital financeiro, compre as &aacute;reas regularizadas. Esse processo concentrador de terra e poder na Amaz&ocirc;nia Legal, vai aumentar o poder dos seus aliados pol&iacute;ticos, a Bancada Ruralista. Essa estrat&eacute;gia &eacute; parte do um avan&ccedil;o do territ&oacute;rio do agroneg&oacute;cio sobre o territ&oacute;rio dos camponeses e dos ind&iacute;genas, onde se encontra a riqueza dos recursos naturais. A tend&ecirc;ncia de savaniza&ccedil;&atilde;o da Amaz&ocirc;nia, apontada pelas pesquisas sobre mudan&ccedil;a clim&aacute;tica, vai acentuar-se com o desmatamento que vir&aacute; ap&oacute;s a compra das terras pelo agroneg&oacute;cio.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Essa possess&atilde;o do agroneg&oacute;cio n&atilde;o &eacute; express&atilde;o do desenvolvimento, nem do crescimento do pa&iacute;s, mas uma forma de exterminar a cultura rural camponesa e ind&iacute;gena de resist&ecirc;ncia diante das previs&otilde;es contr&aacute;rias &agrave;s suas sobreviv&ecirc;ncias. A tend&ecirc;ncia de territorializa&ccedil;&atilde;o do agroneg&oacute;cio significa a monopoliza&ccedil;&atilde;o do territ&oacute;rio campones. Assim, n&atilde;o se pode aceitar a expan&ccedil;&atilde;o do agroneg&oacute;cio como um processo de moderniza&ccedil;&atilde;o e de valoriza&ccedil;&atilde;o da vida.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">O senador Romero Juc&aacute; durante a cerim&ocirc;nia de assinatura da MP pelo presidente Lula, declarou que era uma &ldquo;<em>MP do Congresso<\/em>&rdquo;. Essa declara&ccedil;&atilde;o poderia soar como uma ironia se n&atilde;o fosse apenas uma tirada pol&iacute;tica e se a compet&ecirc;ncia de edi&ccedil;&atilde;o de MP n&atilde;o fosse exclusiva do presidente da Rep&uacute;blica e o Congresso n&atilde;o estivesse discutindo a redu&ccedil;&atilde;o de edi&ccedil;&otilde;es de MPs, que travam a pauta impedindo as propostas de lei de serem votadas no plen&aacute;rio.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">O senador Juc&aacute;, como ministro da Previd&ecirc;ncia Social foi alvo da m&iacute;dia, que at&eacute; hoje assombra o senador. A Ag&ecirc;ncia Senado<a name=\"_ftnref1\" href=\"#_ftn1\"><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">[1]<\/span><\/span><!--[endif]--><\/span><\/span><\/a> confirmou que o senador do PMDB\/RR &eacute; investigado nos inqu&eacute;ritos <a href=\"http:\/\/www.stf.gov.br\/processos\/processo.asp?PROCESSO=2221&amp;CLASSE=Inq&amp;ORIGEM=AP&amp;RECURSO=0&amp;TIP_JULGAMENTO=M\" target=\"_blank\"><span style=\"color: windowtext; text-decoration: none\">2221<\/span><\/a> (apura den&uacute;ncias feitas quando Juc&aacute; era ministro da Previd&ecirc;ncia Social, em 2005) e <a href=\"http:\/\/www.stf.gov.br\/processos\/detalhesProcesso.asp?Classe=Inq&amp;Processo=2116&amp;Origem=AP&amp;Recurso=0&amp;TIP_JULGAMENTO=M\" target=\"_blank\"><span style=\"color: windowtext; text-decoration: none\">2116<\/span><\/a> (suspeita de&nbsp;irregularidades em empr&eacute;stimos feitos pelo Banco da Amaz&ocirc;nia para a empresa Frangonorte) que tramitam no Supremo Tribunal Federal, ambos sob segredo de Justi&ccedil;a. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">O presidente Lula, na cerim&ocirc;nia de lan&ccedil;amento da MP, lembrou aos parlamentares presentes que &ldquo;<em>&eacute; preciso que o Legislativo vote a reforma tribut&aacute;ria<\/em>&rdquo; e que &quot;<em>o Congresso precisa levar a cabo a reforma tribut&aacute;ria<\/em>&quot;. Em bom politiquez a mensagem &eacute; a seguinte: assino a MP do Agroneg&oacute;cio e voc&ecirc;s votam a minha reforma tribut&aacute;ria. Isso &eacute; o que chamamos nos bastidores da ci&ecirc;ncia pol&iacute;tica de apresentar a fatura no momento da compra.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">A senadora Serys Slhessarenko (PT-MT) parabenizou o presidente Lula pela assinatura da medida provis&oacute;ria. E afirmou candidamente, assim como o diretor de Ordenamento da Estrutura Fundi&aacute;ria do Incra, Roberto Kiel, que a aprova&ccedil;&atilde;o da MP do Agroneg&oacute;cio dever&aacute; beneficiar 90% dos posseiros da Amaz&ocirc;nia. Por&eacute;m, Kiel, vai al&eacute;m ao afimar que &ldquo;<em>agora eles poder&atilde;o comprar do governo federal as terras que j&aacute; ocupavam h&aacute; anos e n&atilde;o v&atilde;o precisar de concorrer com outros interessados<\/em>&rdquo;. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Diante dessas express&otilde;es de &ecirc;xtases dos ruralistas, de alguns parlamentares e de t&eacute;cnicos do governo, nos perguntamos o que os ex-posseiros ganhar&atilde;o com a MP. Roberto Kiel, em nota do Minist&eacute;rio do Desenvolvimento Agr&aacute;rio (MDA), responde: &ldquo;<em>receber&aacute; a Certid&atilde;o de Cadastro de Im&oacute;vel Rural e ter&aacute; sua propriedade inclu&iacute;da no Sistema Nacional de Cadastro Rural. Isso permitir&aacute; a realiza&ccedil;&atilde;o de transa&ccedil;&otilde;es imobili&aacute;rias (como a venda e o desmembramento do im&oacute;vel rural) e possibilitar&aacute; o acesso &agrave;s pol&iacute;ticas p&uacute;blicas (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar &ndash;Pronaf<\/em>)&rdquo;. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Sabe-se que o Pronaf n&atilde;o est&aacute; passando por seus melhores momentos. H&aacute; uma s&eacute;rie de pesquisas que demonstram certa inadimpl&ecirc;ncia dos tomadores de empr&eacute;stimos junto ao programa. A Revista de Economia e Sociologia Rural, traz um relat&oacute;rio da pesquisa de Carlos Guanziroli<a name=\"_ftnref2\" href=\"#_ftn2\"><sup><span><!--[if !supportFootnotes]--><sup><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">[2]<\/span><\/sup><!--[endif]--><\/span><\/sup><\/a>, que afirma que &ldquo;<em>o atraso &eacute; maior quando o risco &eacute; do Tesouro chegando a 48% no caso do PRONAF\/C. O grupo A\/C tamb&eacute;m registrou alto &iacute;ndice de atraso. Dados do Minist&eacute;rio de Integra&ccedil;&atilde;o Regional referido aos Fundos Constitucionais da regi&atilde;o Norte mostram &iacute;ndices de inadimpl&ecirc;ncia bastante altos 2004: PROCERA: 42,6%, PRONAF\/A: 3,4%, PRONAF\/C: 8,1%, PRONAF\/D: 4,2%<\/em>&rdquo;. Acrescenta, o estudo, que os dados de inadimpl&ecirc;ncia n&atilde;o s&atilde;o muito altos porque parte dessas d&iacute;vidas foi renegociada obtendo-se novos prazos de vencimento o que oculta o verdadeiro atraso dos cr&eacute;ditos.<\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Assim, nas entrelinhas da declara&ccedil;&atilde;o do diretor de Ordenamento da Estrutura Fundi&aacute;ria do Incra, pode-se inferir a possibilidade de compra das terras pelo agroneg&oacute;cio e de como uma pol&iacute;tica de cr&eacute;dito rural, como o Pronaf, pode n&atilde;o ser a melhor oferta do Estado fazer aos agricultores\/as familiares. Assim, o &ecirc;xtase de que 90% dos posseiros da Amaz&ocirc;nia poder&atilde;o ser beneficiados come&ccedil;a a soar mais como uma amea&ccedil;a do que uma sa&iacute;da para seus problemas<a name=\"_ftnref3\" href=\"#_ftn3\"><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">[3]<\/span><\/span><!--[endif]--><\/span><\/span><\/a>. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">A Medida Provis&oacute;ria levada ao presidente da Rep&uacute;blica pela Bancada Ruralista para que se amplie a &aacute;rea dos im&oacute;veis a serem regularizados na Amaz&ocirc;nia Legal de 500 para <\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">1.500 hectares<\/span><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\"> &eacute; um cavalo de tr&oacute;ia. No bojo do encantamento da possibilidade dos camponeses de obterem o t&iacute;tulo de propriedade de suas posses h&aacute;, em verdade, uma armadilha de apoderamento de suas terras. <\/span><\/p>\n<p style=\"margin-bottom: 6pt; text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><span style=\"font-size: 9pt; font-family: Tahoma\">Se essa MP &eacute; tudo o que pensamos que seja, &eacute; importante que os movimentos sociais do campo saibam, de fato, o que v&atilde;o enfrentar. Que comecem a se mobilizar contra essa medida patol&oacute;gica, que amplia o poder pol&iacute;tico de um grupo organizado de parlamentares no sentido de extinguir os elementos resistentes da cultura rural camponesa e ind&iacute;gena. <\/span><\/p>\n<div><!--[if !supportFootnotes]-->  <\/p>\n<hr \/>\n<p>  <!--[endif]-->  <\/p>\n<div id=\"ftn1\">\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><a name=\"_ftn1\" href=\"#_ftnref1\"><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\">[1]<\/span><\/span><!--[endif]--><\/span><\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\"> <\/span><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\">Ag&ecirc;ncia Senado, em 17\/07\/2007. Site: <a href=\"http:\/\/g1.globo.com\/Noticias\/Politica\/0,,MUL67406-5601,00.html\">http:\/\/g1.globo.com\/Noticias\/Politica\/0,,MUL67406-5601,00.html<\/a><\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"ftn2\">\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><a name=\"_ftn2\" href=\"#_ftnref2\"><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\">[2]<\/span><\/span><!--[endif]--><\/span><\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\"> Carlos E. Guanziroli, Rev. Econ. Sociol. <\/span><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\">Rural&nbsp;v.45&nbsp;n.2&nbsp;Bras&iacute;lia&nbsp;abr.\/jun.&nbsp;2007.<\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<div id=\"ftn3\">\n<p style=\"text-align: justify\" class=\"MsoNormal\"><a name=\"_ftn3\" href=\"#_ftnref3\"><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\"><span><!--[if !supportFootnotes]--><span class=\"MsoFootnoteReference\"><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\">[3]<\/span><\/span><!--[endif]--><\/span><\/span><\/span><\/a><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\"> Em 2005, em Alagoas, pelo Banco do Nordeste do Brasil (BNB), somente no Pronaf\/B a inadimpl&ecirc;ncia atinge 3.808 alagoanos. Em algumas ag&ecirc;ncias do Banco do Brasil, a inadimpl&ecirc;ncia varia em at&eacute; 50%, sendo a maior concentra&ccedil;&atilde;o de falta de pagamento no Pronaf\/C (O Jornal, 5\/6\/2005, D&iacute;vidas impedem que produtores rurais tomem novos empr&eacute;stimos, <strong><a href=\"http:\/\/www.faeal.org.br\/info_detail.asp?id=174%29.\"><span style=\"color: windowtext; font-weight: normal\">http:\/\/www.faeal.org.br\/info_detail.asp?id=174). <\/span><span style=\"color: windowtext\"><span>&nbsp;<\/span><\/span><\/a><\/strong>Em dezembro\/2007, o Banco do Nordeste suspendeu a libera&ccedil;&atilde;o de recursos do Pronaf\/B em 23 munic&iacute;pios do Norte de Minas e Vales do Jequitinhonha e Mucuri. O motivo &eacute; que nesses munic&iacute;pios o &iacute;ndice de inadimpl&ecirc;ncia superou 15% em rela&ccedil;&atilde;o ao valor total dos contratos em vigor. (<span>Assessoria de Comunica&ccedil;&atilde;o, Emater-MG faz campanha para melhorar aplica&ccedil;&atilde;o do cr&eacute;dito rural, <\/span><a href=\"http:\/\/www.emater.mg.gov.br\/portal.cgi?flagweb=site_tpl_paginas_internas&amp;id=1352\"><span style=\"color: windowtext\">http:\/\/www.emater.mg.gov.br\/portal.cgi?flagweb=site_tpl_paginas_internas&amp;id=1352<\/span><\/a>)<\/span><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\"><\/span><\/p>\n<p class=\"MsoFootnoteText\"><span style=\"font-size: 8pt; font-family: &quot;Arial Narrow&quot;\">&nbsp;<\/span><\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O presidente Lula assinou uma Medida Provis&oacute;ria n&ordm; 422 que possibilitar&aacute; aos latifundi&aacute;rios e as transnacionais do agroneg&oacute;cio a se apoderarem de mais terras na Amaz&ocirc;nia Legal. 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